Mestre-Sala e Porta-Bandeira

O bailado que encanta

A porta-bandeira é o orgulho da Escola porque ela exibe nosso pavilhão. E o mestre-sala faz-lhe as honras, dando proteção e reverência. Improvisadores, inventivos, harmoniosos, dançam como um par e não isolados em orgulho, ou em vão tentativa de sobressair individualmente. A graça, a beleza, o domínio de movimentos, a coordenação do par, a postura digna de quem carrega e exibe a bandeira da escola, a roupa, tudo nos leva a crer que estamos trazendo para o desfile verdadeiros artistas desta difícil arte de quem, na Escola, se constitui uma exceção necessária: eles não sambam, dançam e, por isso mesmo, pela origem e tradição, insistem na velha elegância e picardia.

A exibição da dança do casal, considerando-se que não “sambam” e sim executam um bailado no ritmo do samba, com passos e características próprias, com meneios, mesuras, giros, meias-voltas e torneados é obrigatória diante dos Módulos de Julgamento.

A harmonia do casal que, durante a sua exibição, com graça, leveza e majestade, deve apresentar uma seqüência de movimentos coordenados, deixando evidenciada a integração do casal. A função do Mestre-Sala é cortejar a Porta-Bandeira, bem como proteger e apresentar o Pavilhão da Escola, devendo desenvolver gestos e posturas elegantes e corteses, que demonstrem reverência à sua dama.

A função da Porta-Bandeira é conduzir e apresentar o Pavilhão da Escola, sempre desfraldado e sem enrolá-lo em seu próprio corpo ou deixá-lo sob a responsabilidade do Mestre-Sala.

A indumentária do casal deve estar adequada para a dança e a impressionar pelas suas formas e acabamentos.

Premiações

Estandarte de Ouro - Mestre-sala Alex - 1990
Prêmio S@mba-Net - Gisele e Eduardo Belo - 2000
Prêmio S@mba-Net - Cynthia e Eduardo Belo - 2004
Prêmio S@mba-Net - Cynthia e Eduardo Belo - 2005
Troféu Jorge Lafond - Eduardo Belo - 2007